Translate

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Regularização dos Cassinos no Brasil fortalecerá setor Comercial, Hoteleiro e Turístico.


















10/06/2016 - 07H55 - ATUALIZADA ÀS 07H55 - POR AGÊNCIA BRASIL

LEGALIZAÇÃO QUE DEVE ACONTECER, SERÁ FAVORÁVEL EM VÁRIOS ASPECTOS
Cassino ; jogos de azar ; jogo ilegal ;  (Foto: Shutterstock)











A regularização dos jogos no Brasil pode representar um potencial de mercado de R$ 55,2 bilhões por ano, com estimativa ainda de arrecadação em torno de R$ 16,5 bilhões, sem prejuízo para o contribuinte. Os números fazem parte de um estudo do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que organizou, nesta quinta-feira (9), na sede da entidade, no centro do Rio de Janeiro um debate sobre a legalização do jogo no país.
Atualmente, a legalização dos cassinos, do jogo de bicho, de bingos e de jogos na internet está em discussão no Congresso em um projeto no Senado e outro na Câmara. O deputado Herculano Passos (PSD/SP), presidente da Comissão de Turismo da Câmara e da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Turismo está confiante na aprovação de uma nova legislação que torne estes tipos de jogos legais no país.
O deputado disse que a ideia é definir o marco regulatório dos jogos e admitiu que existem posições contrárias aos projetos, mas rebateu as críticas. Herculano Passos não concorda com a avaliação de que a legalização aumentaria o número de jogadores compulsivos. O parlamentar acrescentou que nos cassinos pelo mundo o número desses jogadores é pequeno e além disso, o texto que está em discussão prevê o tratamento psicológico das pessoas que forem identificadas com o distúrbio.
Segundo Herculano Passos, conforme as discussões no Congresso, a arrecadação com os jogos seria dividida entre os governos federal, dos estados e municípios. “Nesta época de crise temos que ter criatividade, ser inovadores e fazer coisas que não funcionam no Brasil e só trazem benefícios aos brasileiros como emprego, renda e desenvolvimento. É uma questão de lógica”, afirmou.
O deputado professor Sérgio de Oliveira (PSD/PR), que é de Foz do Iguaçu, no Paraná, destacou que o Brasil perde receita com a ida de pessoas para jogar em cassinos de países vizinhos: “Vejo como uma enorme perda de receita para o nosso país. Em Foz do Iguaçu, mesmo, temos cassinos no Paraguai e na Argentina. Conheço os cassinos ali, vizinhos à minha casa e se percebe a grande quantidade de brasileiros que vão jogar todos os fins de semana, principalmente, na Argentina. Eu sou favorável a aprovação para regulamentar os cassinos no Brasil”, declarou.
Para o presidente do Cetur, Alexandre Sampaio, os recursos não estão restritos ao jogo, mas também aos reflexos que podem causar no turismo. Um exemplo é a cidade de Las Vegas, nos Estados Unidos, onde 30% da arrecadação se referem aos jogos e o restante é de receita obtida com as atividades ligadas ao turismo. De acordo com Sampaio, este movimento pode beneficiar algumas regiões do Brasil que ficaram degradadas com o fechamento dos cassinos e podem ter um reforço na economia, após a aprovação da nova legislação.
“A região do sul de Minas, das águas termais, São Lourenço, Caxambu, têm grande potencial porque tem capacidade instalada de hotéis que foram cassinos de outrora tem suntuosas instalações e que se o jogo vier a ser implantado teria uma resposta muito rápida com obras de recuperação, de atualização, profissionais que, eventualmente, podem ser treinados rapidamente, bons acessos. Então essas áreas conceituadas como degradadas seriam áreas potencialmente prontas e que precisam ser reativadas a partir do jogo”, disse.
Mas a mão de obra nos cassinos pode ser um problema inicial para o setor caso ocorra a legalização. O presidente do Instituto Jogo Legal, Magno José de Souza, disse que este é um das dificuldades que serão enfrentadas diante da ausência da mão de obra qualificada. “Dependendo do modelo que vai ser implantado pelo Congresso e pelo governo, nós vamos ter grande dificuldade em conseguir mão de obra qualificada, porque estamos com os cassinos proibidos há 70 anos, completados agora no dia 30 de abril. Os grandes cassinos vão ter que montar cursos rápidos de formação”, afirmou.
De acordo com Magno José de Souza, a expectativa é de que o setor de jogos gere imediatamente 150 mil novos postos de trabalho em empregos diretos. O presidente contou que atualmente há cerca de 350 mil pessoas empregadas no Jogo do Bicho, sem garantia do estado porque não são registrados. “A formalização desses 350 mil postos também está prevista no projeto tanto do Senado quanto da Câmara dos Deputados. A gente estima que hoje o jogo empregue em todo o mercado regulamentado algo em torno de 500 mil empregos”, disse.



Att.


terça-feira, 30 de agosto de 2016

Um novo conceito de moradia, os Apartamentos Gardens fazem mais do quê resolver problemas.

E você, conhece os Apartamentos Gardens ?

Um novo estilo de moradia, e Sucesso na região do Recreio dos Bandeirantes, também chega a São Paulo e além de resolver alguns problemas como a falta de espaço, a falta de lazer privativo, a falta de um lugar ao sol, a falta de um espaço para seus bichos de estimação, às vezes até a falta privacidade é resolvida, dependendo do projeto.

Este novo conceito Garden (apartamento com jeito de Casa) traz também felicidade, paz, harmonia, diversão, conforto, tranquilidade, união e muito mais!!!


Abaixo, segue excelente matéria do Jornal O Globo, que traduz o que cito acima.

Cor, luz, jardim e liberdade para os pets

O Globo, Morar Bem, 28/ago

"A quem não conviveu com um animal falta certo tipo de intuição do mundo vivo", diz Clarice Lispector na crônica em que fala sobre Dilermando, cachorro vira-lata que vivia ao seu lado. É dessa sensação e de ser recebida com festa todos os dias que a psicóloga Mônica não abre mão nunca mais. Por um ano, ela buscou um quintal onde suas duas cadelas pudessem passar a manhã e a tarde livres, sem a dona. Hoje, ela é moradora de um apartamento com cara de casa.

Antes de chegar a este térreo, Mônica, a buldogue francês Tarsila, 7 anos, e a vira-lata Caçula, 5, moravam em um imóvel de 70m². A ansiedade da espera levava a dupla de pets a destruir tudo o que via pela frente. Mesmo crescidas, elas arrasavam interruptores, portas e sapatos.

- À noite, eu contava os estragos - lembra Mônica.

O novo lar na Vila Madalena, São Paulo, com generosos 150m² e mais 135m² de jardim, fez valer a procura.

- Aqui, elas só comeram duas cortinas e roeram a porta do banheiro - conta a psicóloga, rindo.

Mas deixar as duas sozinhas durante as horas em que sai para trabalhar já não é um desespero: a área externa, com frutíferas e grama, é toda delas e muito respeitada.

Dentro de casa, elas só entram quando a psicóloga está, para se divertirem juntas no sofá. O projeto criado pelo escritório RSRG Arquitetos, dos arquitetos Regina Strumpf e Rogério Gurgel , trouxe alegria, cores pontuais e madeira clara, em sintonia com as referências que Mônica colecionava.

- Queria um lugar acolhedor e rústico, onde as pessoas se sentissem bem - define.

Assim, Rogério e Regina idealizaram o living: ele reflete o estilo da moradora, que ama viajar, fazer esportes, estar com bichos e que recentemente descobriu sua paixão por jardinagem. Ali não há tempo ou espaço para a TV - o projetor retrátil a substitui.

- A estante, que chamo de gabinete de curiosidades, organiza lembranças trazidas dos lugares - aponta Rogério.

Misturas de materiais rústicos, como os tijolos e a madeira pínus, ao lado do paisagismo interno de Daniela Ruiz, trazem natureza para os interiores.

Na cozinha, point preferido da psicóloga, ela trabalha, fala ao telefone e come sobre a bancada. Mais adiante, o único quarto é luminoso e tem panos de vidro que permitem avistar o verde ao acordar. A suíte tem banheira e piso aquecido - é onde Caçula e Tarsila dormem. Lá fora, ao lado da lavanderia, uma estrutura de "lava pet" espera a vira-lata e a buldogue; afinal, elas são como uma família para Mônica.

- Viver com as minhas cachorras é ter sempre companhia. Se por algum motivo elas não estão, a casa parece incompleta, sem graça. Chegar e não ter a festinha delas é frustrante.


E você, gostaria de resolver algum destes tipos de problemas ?
Clique nas imagens abaixo, e saiba onde encontrar este novo Estilo de Vida.

Entre logo em contato comigo, aproveite o momento das últimas unidades em estoque para fazer o melhor negócio para sua Família!


Prontos!!!





Em construção!!!





Att.

Para quem esperou os preços baixarem após os Jogos Olímpicos...Apressem-se!

Chegou a hora de trocar o aluguel pela casa própria?

O Globo, Ana Paula Ribeiro, 29/ago

Os preços dos imóveis estão em queda desde o início do ano. Se for considerado o efeito da inflação, essa desvalorização vem ocorrendo há cerca de dois anos. Ao começarem a surgir sinais de retomada da economia, no entanto, esse quadro pode mudar. É neste momento que o consumidor precisa avaliar se é hora de sair do aluguel e comprar a casa própria, ou se compensa esperar mais um pouco. Na avaliação de analistas, à medida que melhoram as projeções para o crescimento da atividade econômica e a confiança aumenta, menor é o poder de barganha na hora de negociar a compra do imóvel.

- Vemos chance de recuperação dos preços em 2017, com um cenário econômico melhor e os bancos voltando a liberar mais crédito. E se o mercado inteiro começa a acreditar nessa recuperação, as condições de desconto ao consumidor começam a ficar mais restritas - explica Eduardo Schaeffer, presidente da Zap Imóveis.

No acumulado de 12 meses até julho, o preço dos imóveis caiu 0,75%, com o valor médio do metro quadrado na país em R$ 7.637, segundo o índice FipeZap - sendo que Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília registram valores médios superiores. Recuo, mas em intensidade maior, também é visto na locação, em que a desvalorização no período chega a 5,23%.

Schaeffer lembra que as incorporadoras já voltaram a falar em lançamentos e que isso só ocorre quando é maior a probabilidade de oferecer novas unidades a preços mais elevados, uma vez que há demanda por parte dos consumidores e os estoques começam a cair. E quando sobe o preço das unidades novas, os imóveis usados também tendem a ficar mais caro.

- Como há pouco comprador, os descontos estão elevados. Então, para quem tem dinheiro, é um bom momento de procurar o imóvel ideal e fazer um grande negócio - afirma Schaeffer, lembrando que a sugestão também vale para quem vai financiar, mas vai dar uma entrada elevada, de mais de 50% do valor do imóvel.

PLANO DE LONGO PRAZO

Para quem quer comprar, é importante também ficar de olho no mercado de aluguel, até para comparar o que está pagando e o valor de um imóvel similar (no mesmo bairro, do mesmo tamanho) caso decida pela aquisição. O recuo no valor mensal da locação é maior porque, com poucos compradores, o proprietário que não tem a necessidade de se desfazer do imóvel prefere colocá-lo para alugar a reduzir o preço de venda.

Esse aumento de imóveis para locação teve início no ano passado, em maio, quando a Caixa alterou as regras de financiamento imobiliário, o que retraiu principalmente o mercado secundário (imóveis usados). A saída para muitos proprietários foi colocar o imóvel para alugar, para ao menos se livrar dos custos de condomínio e impostos e garantir alguma renda.

Na avaliação de Lucas Vargas, presidente do portal imobiliário VivaReal, além de fazer a comparação entre o valor do aluguel e o de compra, o consumidor também precisa levar em conta quanto tempo imagina que irá morar naquele lugar. Segundo ele, não é aconselhável adquirir um bem caso a ideia seja buscar um outro imóvel dentro de cinco anos.

- Se a pessoa vai ficar pouco tempo, porque pretende ter filhos e vai precisar de um imóvel maior, então o melhor é esperar: não comprar agora e continuar no aluguel. Há um custo na compra sucessiva de apartamentos ou casas, com impostos e gastos com a mudança - diz Vargas.

Para quem pretende comprar e não se mudar tão cedo, o executivo afirma que, nesse caso, pode ser a hora de começar a se planejar, fazendo pesquisas e analisando as condições de preço e pagamento.

- Se você vai mudar e pretende ficar nesse imóvel por um período longo, uns dez anos, por exemplo, não vai fazer diferença uma pequena desvalorização que possa ocorrer em seis meses. E ainda pode haver uma flutuação para cima, caso o mercado se recupere mais rapidamente - explica Vargas.

Com base em pesquisa feita com seus clientes, o VivaReal levantou que a maior parte das pessoas consultadas, 56%, acredita que o preço dos imóveis ainda vai cair, enquanto 31% esperam estabilidade. Vargas, no entanto, lembra que essa expectativa pode não se confirmar, como já aconteceu em 2014. Na época, muitos potenciais compradores acreditavam em um estouro da bolha, ou seja, uma queda acentuada nos valores. Isso não aconteceu e, ao mesmo tempo, o crédito secou, dificultando a vida de quem precisava de financiamento.

PECHINCHAS EM USADOS

Mauro Calil, especialista em investimentos do Ourinvest, acredita que, do ponto de vista financeiro, a compra tem sempre desvantagens em relação ao aluguel, tendo em vista que uma aplicação pode, com segurança, render 1% ao mês, enquanto a locação gira em torno de 0,5% do valor do imóvel.

- Essa é uma justificativa financeira, mas a vida das pessoas não é uma planilha. Então, para uma pessoa que tem família, um imóvel dá maior tranquilidade e é possível planejar a vida de uma forma mais fácil - avalia.

Para quem vai comprar, Calil recomenda uma entrada de ao menos 40%, para reduzir o impacto dos juros do financiamento. E, enquanto o mercado ainda está favorável ao comprador, ele sugere que o consumidor seja ousado na contraproposta, oferecendo valores com descontos acima de 30%.

- As pechinchas maiores estão na compra de usados. Isso porque é possível encontrar um vendedor que tenha necessidade de se desfazer do bem, como um casal em separação. Já para imóveis na planta, as incorporadoras costumam ter fôlego maior - ressalta Calil.

O educador financeiro Reinaldo Domingos lembra que, antes de tomar a decisão de comprar o imóvel, é preciso também ver o preço do custo de vida na região em que se pretende morar, para saber se será possível arcar com a mudança de endereço. Se a decisão for comprar, aconselha não usar todas as economias com o imóvel:

- É importante não consumir toda a reserva. Hoje, quem tem liquidez tem mais força. Do que adianta ter um imóvel e não ter dinheiro para pagar as contas? Nessa hora, o que vale é a tranquilidade financeira.



Mais de 3.300 unidades serão lançadas até dezembro

O Dia, Cristiane Campos, 28/ago

As unidades do Minha Casa, Minha Vida têm ajudado o mercado imobiliário em tempos de crise, além de continuar beneficiando famílias de baixa renda que planejam trocar o aluguel pela casa própria. No Estado do Rio, por exemplo, serão lançados mais de 3.300 imóveis até dezembro. Estas unidades contam com condições especiais de pagamento como taxa de juros mais acessíveis, subsídio de até R$ 26.500 e até compra sem entrada, em alguns casos. Os imóveis pelo programa custam até R$ 225 mil e o prazo de pagamento chega a 30 anos. Já a renda familiar máxima é de R$ 6.500. 

A Caixa Econômica Federal vem priorizando as unidades nesta faixa de preço. Segundo a diretora da Mdoito, Mariliza Fontes Pereira, que opera com a gestão de incorporação, estes projetos são os únicos que são vendidos neste cenário que estamos vivendo. "As empresas que não acreditavam no programa já começam a buscar informações, pois já querem atuar no segmento. Esses empreendimentos é que estão sustentado a construção civil", conta Mariliza. 

Ela adianta que a Mdoito faz a gestão de incorporação do empreendimento Residencial Monjolos, da construtora Edificar, que terá sua segunda fase lançada na primeira semana de setembro, em São Gonçalo. "Na primeira fase do projeto, vendemos as 140 unidades rapidamente. Foi um sucesso. Agora, vamos lançar mais 80 apartamentos e já temos a previsão de uma terceira fase com 140 unidades", informa Mariliza. 

Ela ressalta que a Edificar fez uma parceria com a Cedae para construção de 2km de rede para garantir o abastecimento de água no empreendimento, já que a região sofre com a falta de água. As unidades serão vendidas a partir de R$ 119 mil, sem entrada e com a possibilidade de se usar Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), além do subsídio de até R$ 26.500. Neste caso, quanto menor for a renda, maior será o abatimento no valor final do imóvel. O Residencial Monjolos terá apartamentos de dois quartos, área de lazer, uma vaga de garagem e segurança.

Cury fará dois lançamentos

A Cury fará dois lançamentos no segundo semestre. O Dez Vista Alegre, em Vista Alegre, e o Parque dos Sonhos, em São Gonçalo. As unidades terão dois quartos e serão vendidas a partir de R$160 mil. O lazer será completo.

 "A partir das novas medidas de financiamento da Caixa, muitas famílias tiveram a oportunidade de realizar o sonho da casa própria. A Cury teve bons resultados no 1º semestre desse ano, com sucesso de 100% de vendas no Dez Zona Norte. Já no início do 2º semestre, lançamos o Único Engenho Novo e o Viva Mais Nova Iguaçu, que também tiveram ótimos resultados", comemora, Leonardo Mesquita, diretor de Negócios da Cury Construtora. 

De acordo com ele, a construtora acredita que nos próximos meses o segmento de apartamentos até R$ 225 mil vai continuar crescendo.
 
Lazer completo nos condomínios

A MRV Engenharia anuncia que vai lançar 2.500 unidades até dezembro em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio, e no município de São Gonçalo. O Park Real Resort será um deles e terá unidades a partir de R$ 150 mil. "Apesar do cenário econômico desafiador, observamos que a procura pelos imóveis econômicos se manteve, fato que com certeza teve ligação com os investimentos do Minha Casa, Minha Vida, que possibilitou a manutenção de condições de compra para famílias de renda a partir de R$ 1.800", explica Marcello Hannsen Drable, coordenador Comercial da MRV na Regional Rio. 

Segundo ele, no Rio, 95% dos empreendimentos da construtora estão enquadrados no programa e há uma grande procura pelos imóveis. "Além da ótima relação custo-benefício é interessante destacar a infraestrutura de nossos empreendimentos. O cliente pode adquirir apartamentos com acabamento de médio a alto padrão, área de lazer completa e vagas de garagem com todas as vantagens de compra do programa, além de ótimas localizações da Região Metropolitana do Rio de Janeiro", afirma Drable.


Vila dos Atletas (Ilha Pura) vende 40% dos imóveis

Extra, 28/ago

De 3.604 apartamentos, 600 foram postos à venda e 240 vendidos. O mais barato custa R$ 858 mil. Já pensou em morar na Vila dos Atletas, o empreendimento onde as delegações esportivas ficaram hospedadas durante os Jogos Olímpicos e que receberá os atletas paralímpicos em setembro? A boa notícia é que muitos imóveis do Ilha Pura, na Barra da Tijuca - que conta com 3.604 apartamentos, em 31 prédios de sete condomínios -, ainda estão disponíveis. A má é que o sonho tem um preço alto: um apartamento pode custar de R$ 858 mil a R$ 2,53 milhões.

Há opções com dois, três e quatro quartos, e das 600 unidades colocadas à venda, apenas 40% (cerca de 240 imóveis) foram vendidas até o momento. Isso representa 6,6% do total de apartamentos que estarão disponíveis, cujos tamanhos variam de 78 m² a 365 m². As demais opções - aproximadamente três mil moradias - serão ofertadas ao mercado somente a partir do ano que vem.

Diretor-geral do empreendimento Ilha Pura, Mauricio Cruz Lopes, explica que os imóveis que já têm proprietários serão entregues a partir de junho do ano que vem:

- Os apartamentos vendidos futuramente serão entregues ao tempo da venda, uma vez que estão prontos.

Para Pedro Seixas, professor do MBA em Gestão de Negócios de Incorporação e Construção Imobiliária da Fundação Getulio Vargas (FGV), as empresas responsáveis por vender novos imóveis precisam ter criatividade para atrair interessados.

- É preciso mostrar que é interessante investir, em plena crise, num imóvel - afirmou.

Apesar dos problemas relatados por algumas delegações esportivas (Austrália) no início da ocupação na Vila dos Atletas, o vice-presidente do Secovi Rio, Leonardo Schneider, é otimista:

- Durante os Jogos, não houve outros problemas. O que ocorreu (boicote) não vai afetar a comercialização das unidades.


Confiança da construção tem segunda alta, afirma FGV

Folha de São Paulo, 27/ago

O Índice de Confiança da Construção do Brasil (ICST) subiu pelo segundo mês seguido em agosto, com alta na medição das expectativas e da situação atual, e atingiu o patamar em mais de um ano, de acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV). 

O ICST avançou 1,8 ponto na comparação com o mês anterior e atingiu 72,5 pontos, a maior leitura desde julho de 2015. Após a segunda alta seguida, o índice acumula ganho de 5,9 pontos desde a mínima histórica em fevereiro.

"A percepção dominante é de que a atividade lentamente começa uma retomada, o que já está se refletindo no indicador de mão de obra prevista. Nos últimos três meses, os empresários passaram a apontar maior intenção de contratar", disse Ana Maria Castelo, Coordenadora de Projetos da Construção da FGV/Ibre, em nota.

No mês passado, o setor de construção fechou 27,7 mil vagas com carteira assinada no país. Nos sete primeiros meses, as demissões do segmento superaram as contratações em 142,1 mil - no total, o saldo de vagas formais fechadas por todos os setores da economia ficou em 623,5 mil, de janeiro a julho.


-- --
Amigos, 

Com todas essas afirmativas acima, e com os estoques reduzindo, não tenham dúvidas que o melhor momento para se fazer ótimos negócios foi no pró-impeachment e enquanto houver estoque, haverá condição!

Talvez não consiga o melhor apartamento, na melhor localização pelo menor preço, mas com certeza haverá uma oportunidade se houver unidade retomada ou em estoque.

Estou a disposição para lhe atender!

Att.