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quinta-feira, 28 de julho de 2016

Golf Olímpico | Casa Riserva Golf | A Casa do Golf nas Olimpíadas

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Golfe

História

Uma das novidades nas Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016, o golfe volta a ser um esporte olímpico depois de mais de um século de ausência. As primeiras e únicas participações da modalidade nos Jogos ocorreram em Paris-1900 e St. Louis-1904. A notícia de que o golfe voltaria ao programa olímpico foi confirmada em outubro de 2009 pelo Comitê Olímpico Internacional (COI).

A origem do golfe moderno data do século 15, na Escócia. Mas o esporte não foi bem aceito no início. Junto com o futebol, a modalidade chegou a ser banida, sob a acusação de atrapalhar a prática do arco e flecha, que não era apenas um esporte, mas importante também para a defesa dos escoceses à época.

As primeiras regras foram criadas somente na metade do século 18. No século seguinte, surgem os primeiros Opens de golfe e a primeira associação feminina do esporte, no Reino Unido. Mais tarde, em 1894, é criada a Associação Norte-Americana de Golfe (USGA, em inglês). No ano seguinte, é disputado o US Open pela primeira vez.

Já nas Olimpíadas, em Paris-1900, o golfe teve os norte-americanos Charles Sands e Margaret Abbott como primeiros campeões olímpicos da modalidade. No Rio de Janeiro, a expectativa é de que 120 golfistas disputem as medalhas, sendo 60 no masculino e 60 no feminino.
 
Curiosidades

Os primeiros medalhistas
Das quatro medalhas de ouro distribuídas pelo golfe nas Olimpíadas até hoje, três delas foram para os Estados Unidos. Nos Jogos da França-1900, Charles Sands e Margarte Abbott escreveram seus nomes na história. E não só do golfe. No caso de Sands, por exemplo, foi apenas a primeira aparição olímpica. Além de participar do tênis em 1900, o norte-americano disputou em 1908 o jeu de paume – uma espécie de tênis jogado com as mãos —, esporte disputado somente naquele ano, em Londres.

Já no caso de Margarett Abbott, a participação em Paris-1900 foi significativa pelo fato de ela ter sido a primeira mulher dos Estados Unidos a conquistar uma medalha de ouro. Curiosamente, Margarett, que estava em Paris estudando arte, participou do torneio sem saber que se tratava de uma edição das Olimpíadas.
 
Intruso canadense
As Olimpíadas de St. Louis-1904 foram praticamente um campeonato nacional para os Estados Unidos. Basicamente disputado pelos próprios norte-americanos, os Jogos tiveram um domínio quase completo dos donos da casa nos pódios. Mas, no golfe, um canadense com uma história inusitada deixou todos os rivais para trás e levou o ouro para casa.
George Lyon pode ser considerado um atleta excêntrico. Com passagens pelo beisebol, críquete e tênis, só começou a praticar o golfe aos 38 anos de idade. Oito anos depois, com 46, entrou na disputa da modalidade nos Jogos de 1904. Para surpresa geral, terminou no topo. Além da idade e do pouco tempo no esporte, Lyon chamava a atenção por sua técnica pouco ortodoxa, já que segurava o taco de golfe como se manuseasse um bastão de críquete. Sujeito extrovertido, ele fazia piadas no campo e, com seu jeito único, compôs o pódio do golfe ao lado dos norte-americanos H. Chandler Edgan e Burt McKinnie.

Acompanhe um vídeo especial produzido pela equipe do Portal Brasil 2016 e aprenda mais sobre as regras do golfe

E para saudar as boas vindas do Golf Olímpico, faremos um Evento Magnífico, debruçados ao Campo de Golf. Evento com convites esgotados!





Att. 

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Agora é a última janela de oportunidades no Setor Imobiliário, desde 2010.


Quer saber por quê as oportunidades irão diminuir?

A CEF ficou boazinha e vai liberar R$10 bilhões para as Construtoras e Incorporadoras?
Vamos analisar...
Quem acompanha o mercado, inclusive clientes, devem ter percebido que algumas Construtoras estão oferecendo até 50% de descontos (é o caso de uma grande construtora) e outras como Odebrecht, Brookfield e RJZCyrela não chegam ou passam de 10%.
Mas por quê?
Simples, por mais que sejam gigantes no setor, uma foi mal conduzida e administrada e as outras bem. Mas ambas precisam terminar suas obras, fazer caixa e movimentar. A Brookfield, por exemplo, têm bilhões em ativos e a outra desandou no meio do caminho e praticamente quebrou, teve queda de 95% na bolsa de valores. Outras de menor porte, porém de padrão exigente, precisam e dependem das vendas de seus estoques, o que justifica descontos de 15 a 20%.

Hoje, o que está sendo negociado acima de 30%, tenha certeza que são empreendimentos já construídos ou finalização, com seus terrenos negociados antes do boom imobiliário e que já tiveram alto lucro, logo tem margem pra ceder. Cedem pois têm projetos em andamento.
Você não vai ver a Even, PDG, Queiroz Galvão darem ótimos descontos se não tiverem negócios em andamento, ou se não estiverem totalmente quebradas.

E vocês perceberam que os descontos aumentaram bastante nos últimos 12 meses? Vocês sabem o principal motivo? A crise ?
Não diretamente, pois a procura sempre teve e muitas pessoas adquirindo imóveis à vista, logo o problema maior não é financeiro. Porém a crise atingiu o sistema bancário no País, que desde maio de 2015 cessaram os empréstimos para financiamentos de obras. E isto foi prejudicial para a construção civil, pois as construtoras tinham obrigações em andamento e para manter seus compromissos se viram obrigadas a conceder e aumentar os descontos. Com isto facilitando a venda de seus estoques e fazendo sua máquina girar.

CEF de olho no mercado, observando o aumento das vendas, vai injetar mais de R$20 bilhões de reais no setor imobiliário, resolvendo o maior problema dos Construtores e claro, para participar deste momento, afinal de contas, é melhor o desconto das Incorporadoras retornar com juros ao Banco, do que ser oferecido de "presente" aos clientes. (Visão da CEF).Aí, a CEF analisando o setor, vendo aumento de vendas de até 500% , caso da Calper neste início de ano, e outras com sucessos de vendas em seus lançamentos como a Calçada (MAUI), Avanço Aliados (Now), Even (You Botafogo), Gafisa (reduzindo praticamente todo seu estoque de Barra da Tijuca) e a Tenda e MRV (MCMV), A CEF percebeu que precisava participar deste novo momento, talvez a última janela de oportunidades desde 2010.
Pensamento da CEF, estratégico e inteligente.
É melhor deixar as construtoras cedendo 10 a 20% a mais aos clientes, ou por quê não, bancarmos seus compromissos e obras e receber parte desde valor cedido aos clientes ? Resolvemos um problemão e ainda fazemos caixa!!! Perfeito!!! E com isto, as construtoras não terão mais a "OBRIGAÇÃO" de "QUEIMAR SEUS IMÓVEIS", respeitando seus clientes que compraram nos lançamentos de 2011 a 2013 e estão vendo seus sonho se tornarem realidade agora.

Logo, meus amigos, quem aproveitou o início deste ano, em especial no Recreio e Barra, e atualmente aproveita em Jacarepaguá e Zona Norte, estão fazendo negócios em 2016, porém com valores de 2012. Mas a notícia em questão, vai fazer os descontos reduzirem de 30 a 50% para os próximos negócios a serem fechados, em muito breve. Estes descontos já reduziriam até o início de 2017, pelo simples fato que os estoques caíram da metade e pelos futuros lançamentos terem um custo de obra elevado, em regiões que receberam milhões em investimentos e com certeza em terrenos negociados posteriormente e mais caros do que os empreendimentos já entregues ou em conclusão. Para os futuros lançamentos, nem o Construtor terá um lucro elevado e nem os descontos poderão ser altos.

Clique na imagem abaixo, e veja matéria completa!



Novas condições da Caixa irão impulsionar mais ainda o Setor Imobiliário.


Clique na imagem abaixo, e veja notícia na íntegra!



Um abraço, Marcelo Maia.


Vendas aumentam, estoques reduzem, incentivos aumentam, e as oportunidades acabarão.


Prezados amigos e clientes investidores,

Vejam a matéria clicando na imagem abaixo, e prestem bem atenção pois apesar de ser uma notícia de âmbito Nacional, reflete muito o momento do Rio de Janeiro, embora o estoque de imóveis na Cidade Maravilhosa tenha reduzido mais que a metade, se levarmos em consideração os imóveis residenciais, pois no comercial ainda há um estoque elevado.

Outro favor importante é que o RJ é bastante setorizado, o mercado de Copacabana é um, o do Recreio é outro, Barra é outro, Cachambi em alta é fora da curva, então dependendo do seu bairro de preferência, este prazo de oportunidades é muito menor!

Matéria abaixo mostra que mercado reaqueceu início do ano, e estoques reduziram mais que a metade.


Lançamentos da Gafisa

Valor Econômico, Curtas, 22/jul

Os lançamentos da Gafisa no segundo trimestre somaram R$ 545 milhões, num avanço de 13,1% em relação a igual período de 2015. No trimestre, foram lançados 14 projetos nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia e Rio Grande do Sul. Os lançamentos no segmento Gafisa somaram R$ 130 milhões, queda de 48% na comparação. Já os lançamentos no segmento Tenda cresceram 81%, totalizando R$ 415 milhões. As vendas contratadas líquidas totalizaram R$ 454,5 milhões, uma redução de 14,6% na comparação anual. As vendas de lançamentos representaram 36,4% do total, enquanto vendas de estoque representaram 63,6%.

Att. Marcelo Maia