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terça-feira, 12 de julho de 2016

Do Leme ao Pontal, veja que estilo de Vida você se identifica com um investimento de até R$790 Mil.

QUANTO CUSTAM OS APARTAMENTOS DE DOIS QUARTOS EM 6 CAPITAIS

30 DE JUNHO DE 2016


Fonte: Infomoney

A cidade mais cara para se comprar um apartamento de 2 dormitórios continua sendo o Rio de Janeiro, que tem o metro quadrado mais caro do país, segundo levantamento realizado pelo portal imobiliário VivaReal


O preço médio da cidade, tratando-se de dois quartos com suíte, é R$ 794,933,00; sem uma suíte, o preço cai para R$ 636.461,00, mas ainda continua o maior em relação às demais cidades analisadas.
A capital baiana, por outro lado, é a que possui o menor preço médio de todas as cidades analisadas: R$ 423.984,00 para apartamentos com suíte. No caso dos apartamentos sem suíte, ela perde para Curitiba, cujo preço médio é de R$ 347.233,00 – frente a R$ 377.654,00 de Salvador.
Entretanto, o levantamento apontou que é em Salvador onde o imóvel mais caro desse padrão está localizado. À venda por R$ 4 milhões, o apartamento tem uma metragem de 170m² e apenas dois quartos; o segundo apartamento mais caro também fica na capital e acompanha o padrão, mas está à venda por R$ 3,5 milhões.
O VivaReal analizou o preço médio de apartamentos com dois dormitórios em seis capitais brasileiras: Salvador, Belo Horizonte, Curitiba, Rio de Janeiro e São Paulo
Confira a relação de preços: Rio de Janeiro (Barra da Tijuca e Zona Sul Carioca)
Abaixo, seguem as últimas unidades, nesta que pode ser a última janela de oportunidades do setor imobiliário (desde o boom de 2010), para se adquirir o melhor imóvel de 2 Suítes na Barra da Tijuca, mais moderna e sofisticada:
Clique nas imagens abaixo, identifique-se com o conceito único de cada empreendimento!





  






Abaixo, segue uma relação de empreendimentos com oportunidades de Coberturas ou amplos Gardens (novo conceito de moradia) e Apartamentos (2 quartos mobiliados ou até de 3 quartos, de altíssimo padrão) com valores abaixo de R$799 Mil, no próximo alvo de supervalorização geograficamente, o Recreio dos Bandeirantes: Vale lembrar que toda Cidade valoriza-se pela sua Orla, e o Recreio é o próximo alvo.

Clique nas imagens abaixo, identifique-se com o conceito único de cada empreendimento!



PRONTOS (Recreio):

 



















Obras em andamento (Recreio):
 









A última oportunidade na Zona Sul, em frente ao Metrô, está se esgotando...ainda abaixo de R$800mil.


E você sabia que pode morar muito bem em um imóvel de 3 Quartos com Suíte, em Camorim, bairro nobre entre o Recreio e a Barra da Tijuca. Estando a 9 minutos da Praia da Reserva e 6 minutos do novo Metropolitano Shopping Barra.


Surge um Resort Residencial exclusivo no Parque Estadual da Pedra Branca.
Um Paraíso, pouco conhecido dos Carioca.



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Agendamento, com antecedência (21) 97562.9822


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Imóveis "OLÍMPICOS" costumam ser os mais desejados, após os Jogos.

IMÓVEIS CONSTRUÍDOS PARA OLIMPÍADA VOLTARÃO A SER VENDIDOS APÓS OS JOGOS

Ao clicar em cada imagem da ilha pura, você conhecerá um pouco mais dos residenciais de alto luxo.

GLOBO.COM 11 DE JULHO DE 2016

RIO – Ser atleta olímpico depende de tempo e dedicação. Mas é possível sentir o gostinho de ser um medalhista morando no mesmo espaço ocupado por competidores durante a Olimpíada. Isto porque os condomínios construídos para receber esportistas, delegações e jornalistas durante a Rio 2016 voltarão a ser vendidos depois da Paralimpíada, que encerra-se no dia 18 de setembro.
Na Ilha Pura, local que vai sediar a Vila dos Atletas, são 3.604 apartamentos, com dois, três e quatro quartos, 11 plantas diferentes e metragens de 78 a 230m², construídos pela Carvalho Hosken. São 31 prédios, distribuídos em sete condomínios.
— A região da Barra é a que mais cresce na cidade e entendemos que a visibilidade com os jogos também deve colaborar para as vendas, afinal são pessoas de mais de 200 países que vão transitar pela Ilha Pura. Acreditamos em nosso produto e, após a competição, as vendas serão retomadas — afirma o diretor-geral da Ilha Pura, Mauricio Cruz Lopes.

Depois de desocupados pelos atletas, os prédios serão finalizados, repintados e entregues aos moradores em 2017. A empresa informa que 600 foram postos à venda no final de 2014 e aproximadamente 40% foram vendidos. Um percentual baixo na opinião de especialistas do mercado.
— A Vila dos Atletas tem um grande potencial de venda pós-jogos. É um bom empreendimento, localizado em uma região importante. Imagina para o cliente comprar um apartamento que hospedou um grande atleta? — diz o presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), João Paulo Rio Tinto de Matos, que considera que o desempenho não foi melhor por conta da crise econômica que o país vive:
— Se fosse há quatro anos ou cinco anos, as unidades disponíveis seriam vendidas rapidamente. Basta lembrar que, em 2005, a oferta de apartamentos na Vila do Pan se esgotou em menos de dez horas após seu lançamento.

O TRAUMA DA VILA DO PAN
Apesar do sucesso comercial, a experiência de quem investiu nas edificações do Pan-Americano 2007 foi traumática. Até hoje os moradores dos 1.480 apartamentos de 17 prédios convivem com problema sérios de estrutura, que iniciaram-se em 2007, quando ruas cederam. Agora os pisos das garagens também começaram a rachar. No entanto, o presidente da Ademi não considera que a venda lenta da Vila Olímpica seja algum receio dos clientes em investir em equipamentos deste tipo.

— Não acredito que tenha relação. O terreno era ruim e as falhas foram nas ruas do entorno. E as construtoras aprendem também com uma experiencia como esta — analisa Matos.
Perto dali, na Vila de Mídia, que servirá de hospedagem para os jornalistas, a construtoras conseguiram resultados positivos de venda. A Calper, por exemplo, comercializou 90% das 774 unidades do Frames Vila da Mídia, distribuídas por nove blocos. O valor dos apartamentos parte de R$ 506 mil e, das coberturas, de R$ 784 mil.
— O Frames foi um projeto ousado. Existiam inúmeras dificuldades, como o solo em que foi erguido. Muitos não acreditavam que conseguiríamos executá-lo — comemora Ricardo Ranauro, presidente da Calper.

PREÇOS MAIS ACESSÍVEIS
A João Fortes também festeja o resultado do Mares de Goa, no Recreio, que será o Hospitality Center da Mídia. Sobram poucas unidades das 234 colocadas à venda, com preços entre R$ 350 mil e R$ 650 mil.
— Todos os apartamentos serão entregues mobiliados, com eletrodomésticos, prontos para morar. Haverá geladeira, televisão, sofá, mesa de jantar, além de itens como tapetes, ferro, cabides, entre outros — define o diretor de Negócios da João Fortes Engenharia, Jorge Ruca.

Na opinião de Paulo Porto, professor do MBA Gestão de Negócios Imobiliários e da Construção Civil da FGV, os prédios da Vila da Mídia tiveram maior liquidez de venda por serem edificações menores.
— Os prédios da Vila e do entorno da área tiveram impacto positivo com as Olimpíadas. Além disso, as construtoras não tiveram uma agressividade no preço tão alta como nos apartamentos da Ilha Pura — diz ele sobre os imóveis, cujos valores dos apartamentos varia de R$ 650 mil e R$ 4 milhões.

A incorporadora Leduca também construiu empreendimentos para serem usados pelos jornalistas na cobertura dos jogos e entregará aos compradores apartamentos já mobiliados. Atualmente no estoque há unidades a partir de R$ 512 mil.
— Este produto se tornou muito atraente para o cliente final, que economizará tempo e dinheiro para mobiliar e se mudar. Sem contar que atrai também o cliente investidor que tem uma carteira de imóveis para locação. Com esse benefício, ele recebe o imóvel pronto para alugar — afirma Paulo Marques, diretor da Leduca.

MERCADO DE LUXO TEM CRESCIMENTO
Os jogos mexeram também com os mercados de compra e aluguel de imóveis de alto luxo. A empresa Rio Exclusive, por exemplo, alugou 120 casas para delegações e patrocinadores, e vai pôr quatro mansões à venda depois das competições.

De acordo com a sócia da empresa, Juliana Guzman, houve um aumento de 50% na procura neste segmento na Olimpíada, quando comparado ao período da Copa.
A empresa não revela o valor de venda dos imóveis, mas sabe-se que são dezenas de milhões de reais. Já o valor da diária de uma mansão alugada em São Conrado é de R$ 150 mil.
— A maioria das casas está dentro das propriedades mais bonitas da cidade. Alguns inquilinos pediram umas modificações ou adaptações (móveis, retirada de obras de arte, pintura das paredes em outras cores, troca dos banheiros para modelos mais sofisticados — explica Juliana.
No Condominio Portobello, é possível comprar ou construir uma casa de veraneio no mesmo local escolhido pelas delegações olímpicas de rúgbi (Austrália), hóquei (Holanda), vela (Inglaterra), esgrima (Rússia), hipismo (Argentina) e ciclismo (Austrália). Os atletas ficarão hospedadas no hotel, localizado na mesma propriedade. Os moradores, quando autorizados, podem utilizar o serviços do resort, como restaurantes, piscina, academia e praia.


Att. 

sábado, 9 de julho de 2016

Quanto vale o m² nas 5 Melhores Cidades para se Viver ?

Veja quanto vale o m² nas cinco melhores cidades para se viver

Entre as escolhidas aparece São Caetano do Sul e Águas de São Pedro.

Na hora de comprar um imóvel, deve-se levar em consideração questões como preço, espaço, segurança e itens de lazer. Afinal de contas, esse é um passo importante e que exige um investimento alto. Portanto, a satisfação tem que ser plena. Coloque na lista acima a qualidade de vida. Você sabe quanto custa o preço do metro quadrado nas cinco melhores cidades para se viver do Brasil?

De acordo com levantamento da Organização das Nações Unidas (ONU), divulgado em 2015, São Caetano do Sul, em São Paulo, foi eleita a melhor cidade para se viver no Brasil. A segunda é Águas de São Pedro, também em São Paulo, seguida de Florianópolis, em Santa Catarina. A capital do Espírito Santo, Vitória, aparece na quarta posição. Balneário Camburiú, em Santa Catarina, completa a lista das cinco melhores cidades para se viver no Brasil.
São Caetano do Sul registrou, em março deste ano, aumento de 3,61% no valor do metro quadrado nos últimos 12 meses, de acordo com o Índice FipeZap. O percentual foi bem abaixo da inflação, medida pelo IPCA, e que deve encerrar o período em 9,50%, segundo o Boletim Focus. Na variação mensal, a variação foi estável, em 0,04%. O valor do metro quadrado foi, em média, de R$ 5.889.
Imóveis Florianópolis (Foto: Reprodução/Shutterstock)Florianópolis é a terceira melhor cidade para se viver no Brasil.
Entre os bairros mais valorizados de São Caetano do Sul, o valor do metro quadrado em Jardim São Caetano ficou acima da média da cidade e ficou em R$ 6.971, de acordo com o Índice FipeZap. Em dezembro de 2015, o metro quadrado valia R$ 6.753 no bairro.

Já Águas de São Pedro, também em São Paulo e segunda colocada no ranking, é conhecida pelas suas termas. De acordo com o Índice FipeZap, o preço do metro quadrado no bairro do Centro foi de R$ 3.158 em abril deste ano. Houve valorização em relação a dezembro, quando o valor era de R$ 2.959.

Para José Augusto Viana Neto, presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-SP), as duas cidades paulistas que despontam na lista das melhores cidades para viver no país têm características semelhantes. “Ambas têm saneamento bem definido e não têm problema com desemprego e arrecadação. A qualidade de vida é boa”, ressaltou.
Imóveis vitoria (Foto: Reprodução/Shuttersstock)Florianópolis é a terceira melhor cidade para se viver no Brasil.
Florianópolis é a primeira cidade de Santa Catarina que aparece na lista dos melhores lugares para viver e terceira colocada geral. Lá, a valorização do imóvel foi positiva, já que o preço no metro quadrado apresentou, em março de 2016, alta no valor igual à inflação nos últimos 12 meses, de 9,50%. Na variação mensal, o índice ficou estável, em 0,66%, de acordo com o FipeZap. O preço do metro quadrado na cidade foi de R$ 6.460. No bairro do Campeche, em abril deste ano, o metro quadrado valia R$ 6.349, enquanto em dezembro de 2015, era de R$ 6.174.

Vitória aparece na quarta colocação da lista da ONU. Na capital do Espírito Santo, houve acréscimo de 4,97% no preço do metro quadrado nos últimos 12 meses e também apresentou variação estável no mês, de 0,49%. O valor do metro quadrado é de R$ 5.491. “Em Vitória existem poucas áreas de expansão e o cliente sempre busca primeiro por imóvel lá porque tem uma infraestrutura boa e, assim, cresce a demanda. Aí a tendência é aumentar o valor do metro quadrado porque há pouca área de expansão e uma demanda maior”, explica Sandro Carlesso, presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do Espírito Santo (Ademi-ES).

Ele explica que os bairros de frente para o mar são os mais valorizados e procurados, como Mata da Praia, que tem o preço do metro quadrado de R$ 7.364, segundo o Índice FipeZap. “Mas existem outros bairros que não têm o valor tão alto, mas contam com uma boa infraestrutura, como Jardim Camburi e Jardim da Penha”, completa Sandro Carlesso. O metro quadrado no primeiro vale R$ 5.308 e no segundo, R$ 5.468.

Balneário Camburiú, em Santa Catarina, completa o ranking das melhores cidades para viver. “A cidade está situada no litoral e é voltada para o lazer e turismo, então os empresários não sofreram tanto com a crise. Mas claro que houve uma retração no mercado imobiliário e a demanda caiu um pouco, mas não ficou paralisada. Além disso, aqui se tem qualidade de vida e a vida pode ser melhor que em outras cidades brasileiras”, reforça SérgioLuiz dos Santos , presidente Sindicato da Habitação de Santa Catarina sede Balneário Camburiú (Secovi-SC).

De acordo com pesquisa do Secovi-SC, em maio de 2016, o valor do metro quadrado para apartamentos de um dormitório foi de R$ 5.694, de dois dormitórios foi de R$ 5.733 e de três dormitórios foi de R$ R$ 8.631. Segundo Sérgio Luiz dos Santos, Balneário Camburiú conta com 6,5 quilômetros de orla e o valor do metro quadrado nesta área pode chegar a custar entre R$ 8 mil e R$ 10 mil. “Pioneiros é outro bairro com bom valor no mercado e bastante procurado, com metro quadrado custando R$ 6.700. Já o bairro das Nações é o mais populoso e o metro quadrado custa R$ 5.300”, completa.

Fonte: Globo.com

Att.